Competência geral da BNCC: Argumentação e defesa de ideias

Algoritmo pode propagar racismo?

Criado por: Priscila Gonsales

A palavra “algoritmo” começou a ser amplamente difundida, especialmente no caso das redes sociais, cada vez mais utilizadas por crianças e adolescentes. Segundo a pesquisa TIC Educação, 82% de crianças e adolescentes têm perfil em redes sociais. Recentemente, temos visto também documentários como Privacidade Hackeada e Dilema das Redes, que trazem à tona o debate sobre o quanto os algoritmos de inteligência artificial (IA) podem moldar comportamentos. Estamos diante de um novo contexto em que tudo o que fazemos é monitorado e, nesse sentido, vale compreender como os algoritmos são criados e por quem.

Direitos e Deveres

Criado por: Rosa Lamana

Coautoria: Rosa Maria Rodrigues Lamana

O remix da prática veio em consequência do trabalho do curso Líder Educação Aberta. O curso apresenta várias possíbilidades de trabalhos em REA, dos quais aproveito alguns deles para contribuir com essa prática.

Segurança na internet

Criado por: Vanessa Duarte Leite

As crianças estão cada vez mais imersas no mundo da internet e, muitas vezes, acessam e navegam sem orientação e/ou supervisão. Nesse sentido, a discussão sobre “segurança na internet” é um tema atual e necessário.

A “nuvem” não é onipresente

Criado por: Victor

Essa é uma prática derivada de Você sabia que a “nuvem” não existe?

Basicamente a ideia é avançar na compreenção da importância do território para o mundo digital, assim como os elementos físicos são fundamentais para as relações digitais. No entanto, é preciso enxergar isso de forma crítica observando possíveis relações de poder que existem nesse universo, além é claro compreender a ordem mundial que determina o controle do fluxo e princiapalmente armazenamento de informação.

Há impressão de que a “nuvem” é algo onipresente, pois pode ser acessada em praticamente qualquer lugar do mundo, desde que se tenha conexão com a internet. No entanto, a realidade é diferente: a “nuvem” se refere a um ou mais servidores que estão territorialmente localizados, o que significa fluxo e armazenamento de dados siginificativos para um lugar em específico no espaço global. Ou seja, existem questões territoriais, geoeconômicas e geopolíticas significativas que normalmente não são levadas em conta e que ajudam a compreender o mundo e o universo digital de forma mais ampla.

Jornal Mural para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na escola (FUND II – trimestral) (REA – Recriação)

Criado por: Maria Rehder

A elaboração desta boa prática se dá no contexto da minha participação no curso Líder Educação Aberta o qual nos convidou a publicar uma proposta de boa prática em REA. Como tenho trabalhado há 20 anos no campo da Educomunicação, e mais recentemente no âmbito do meu trabalho em consultoria para o setor de Educação da UNESCO no Brasil, também com as temáticas de Alfabetização Midiática e Informacional (AMI) e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, optei por publicar uma boa prática recriada a partir da metodologia de Jornal Mural da Viração Educomunicação, inspirada também na proposta de aula de Jornal Mural na escola de autoria de Paulo Lima, fundador da Revista Viração, no âmbito do projeto Educom.JT coordenado pelo Núcleo de Comunicação e Educação da USP.

Outras fontes inspiradoras foram também os trabalhos de educomunicação para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), desenvolvidos pelo programa Imprensa Jovem da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (SME-SP), e as metodologias de Jornal Mural que utilizei na Guiné-Bissau, quando realizei formações voluntárias no âmbito de meu trabalho para o Sistema das Nações Unidas na Guiné-Bissau sobre educomunicação com a Rede de Crianças e Jovens Jornalistas da Guiné-Bissau de 2010 a 2012, com as temáticas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. O esforço de recriação surge no contexto da importância de um trabalho com os ODS na escola, no contexto atual de implementação da BNCC. Nesse sentido, escolhi dar ênfase ao FUND II. 

Direitos e Deveres online

Criado por: andressa caprecci

Coautoria: Tatiana Garcia de Carvalho Luz

A motivação para elaboração da prática se deu a partir de uma demanda real de um grupo de alunos da 7º série da Escola Estadual Amélia Kerr Nogueira, no Jardim Horizonte Azul, São Paulo-SP. A partir de uma prática de violação dos Direitos Humanos ocorrida no grupo, nós elaboramos uma sequência de encontros visando discutir com a turma aspectos de cidadania digital. A aplicação da prática se deu no contexto de um estágio da Licenciatura em Educomunicação (ECA/USP) em parceria com o NEV – Núcleo de Estudos da Violência da USP. 

 

Um amigo de um amigo… ensinando direito à imagem

Criado por: Guilherme Klafke

Coautoria: Stephane Hilda Barbosa Lima, Tatiane Guimarães

O uso e o compartilhamento incorreto da imagem está na raiz de muitos problemas na Internet, como cyberbullying, superexposição e invasão da intimidade. Saber o que podem ou não fazer com a própria imagem é um passo importante para a convivência na rede e o uso responsável da tecnologia. Mas quais são hipóteses corretas e incorretas de uso da imagem? Quando alguém pode compartilhar uma foto comigo? No âmbito do Programa de Formação de Educadores em Direitos Humanos Digitais, conduzido pela FGV DIREITO SP e pelo NIC.br, sob coordenação de Kelli Angelini e Marina Feferbaum, aplicamos a atividade “Um amigo de um amigo…” em oficinas com docentes de escolas e em evento aberto ao público. A atividade é engajante e estimula o debate entre os participantes.

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