Público Alvo: Ensino Fundamental 2

Jornal Mural para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na escola (FUND II – trimestral) (REA – Recriação)

Criado por: Maria Rehder

A elaboração desta boa prática se dá no contexto da minha participação no curso Líder Educação Aberta o qual nos convidou a publicar uma proposta de boa prática em REA. Como tenho trabalhado há 20 anos no campo da Educomunicação, e mais recentemente no âmbito do meu trabalho em consultoria para o setor de Educação da UNESCO no Brasil, também com as temáticas de Alfabetização Midiática e Informacional (AMI) e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, optei por publicar uma boa prática recriada a partir da metodologia de Jornal Mural da Viração Educomunicação, inspirada também na proposta de aula de Jornal Mural na escola de autoria de Paulo Lima, fundador da Revista Viração, no âmbito do projeto Educom.JT coordenado pelo Núcleo de Comunicação e Educação da USP.

Outras fontes inspiradoras foram também os trabalhos de educomunicação para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), desenvolvidos pelo programa Imprensa Jovem da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (SME-SP), e as metodologias de Jornal Mural que utilizei na Guiné-Bissau, quando realizei formações voluntárias no âmbito de meu trabalho para o Sistema das Nações Unidas na Guiné-Bissau sobre educomunicação com a Rede de Crianças e Jovens Jornalistas da Guiné-Bissau de 2010 a 2012, com as temáticas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. O esforço de recriação surge no contexto da importância de um trabalho com os ODS na escola, no contexto atual de implementação da BNCC. Nesse sentido, escolhi dar ênfase ao FUND II. 

Existe um Google diferente para cada um?

Criado por: Rita Silva

Três em cada quatro brasileiros acessam a internet, segundo pesquisa realizada pela TIC Domicílios 2019. Esses acessos envolvem fornecimentos de dados, com os quais concordamos ao assinarmos Termos e Condições que raramente são lidos. Dessa forma, desconhecemos quais dados fornecemos e para que são utilizados.

Direitos e Deveres online

Criado por: andressa caprecci

Coautoria: Tatiana Garcia de Carvalho Luz

A motivação para elaboração da prática se deu a partir de uma demanda real de um grupo de alunos da 7º série da Escola Estadual Amélia Kerr Nogueira, no Jardim Horizonte Azul, São Paulo-SP. A partir de uma prática de violação dos Direitos Humanos ocorrida no grupo, nós elaboramos uma sequência de encontros visando discutir com a turma aspectos de cidadania digital. A aplicação da prática se deu no contexto de um estágio da Licenciatura em Educomunicação (ECA/USP) em parceria com o NEV – Núcleo de Estudos da Violência da USP. 

 

Você sabia que a “nuvem” não existe?

Criado por: Priscila Gonsales

Termo muito utilizado pelo senso comum para designar o espaço virtual onde estariam armazenados os arquivos de internet, a “nuvem”, na verdade, não tem nada a ver com o conceito de nuvem que todos conhecemos. Como a internet é algo cada vez mais presente no cotidiano dos estudantes, é importante que possam entender um pouco mais sobre a infra-estrutura da rede.

Workshop Design Thinking e Ética Digital: cocriando e aprendendo juntos

Criado por: Debora Sebriam

A sociedade digital e os avanços tecnológicos dos últimos anos impõem novos desafios às escolas e às famílias no que diz respeito a Ética e a Cidadania Digital. Situações como cyberbullying, racismo, preconceito, perseguição, violência, chantagem, exposição não autorizada não são estranhas à maioria das crianças e adolescentes que estão online, segundo as pesquisas mais importantes realizadas no país.

 

No colégio, acreditamos que é preciso trabalharmos juntos para uma internet mais positiva e segura. Para isso, organizamos um workshop para levantar desafios e prototipar caminhos para cidadania digital. Afinal, um projeto pensado pela escola, famílias e alunos tem muito mais força, não é mesmo?

A caminhada do privilégio: desconstruindo estereótipos

Criado por: Gabriella da Silva Mendes

Esta prática surge da necessidade de refletir o comportamento perpetuado em sociedade, que dificultam o acesso à diversidade e inclusão, com o intuito de contribuir para a reversão das desigualdades de oportunidades enfrentadas por pessoas pertencentes a grupos estigmatizados.

Esta atividade já foi realizada como um Projeto voltado para instituições de ensino. Como uma atividade pensada a partir de estudos e números que mostram que as mulheres ou não se interessam ou se afastam das Ciências em especial das ciências exatas por conta de uma possível “ameaça pelo estereótipo” existente nas universidades, escolas e na nossa sociedade de forma geral.      

Os participantes do projeto foram convidados a uma reflexão a começar pela visita a exposição seguida da participação em atividades práticas e teóricas que abordam formas de perceber e contornar possíveis ameaças pelo estereótipo advindas de diversos discursos em diferentes espaços sociais. Através do debate e diálogo entre e com os visitantes é possível pensar novas formas de agir e atuar tanto nos espaços de debates como extramuros da universidade.

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